UMA BOA NOTÍCIA! CAI O NÚMERO DE MORTALIDADE INFANTIL EM SÃO VICENTE

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São Vicente alcançou em 2014 seu menor índice de mortalidade de crianças menores de um ano de sua história. Números da Secretaria de Saúde (Sesau) indicam que de janeiro a dezembro do ano passado (2014), a Cidade registrou 13,97 óbitos a cada mil nascidos, superando a meta da Organização das Nações Unidas (ONU) para o País em 2014, que era de 15,7 óbitos a cada mil nascidos.

Os números estão em queda desde 2011, época que a taxa de óbito nesta faixa de idade era de 19,2 a cada mil nascimentos, contabilizando uma diminuição de 27,8% no Município. Os dados mostram o empenho da Cidade para melhorar sua abordagem neste quesito, já que no passado não houve registro de óbito materno, em comparação com 5 mortes registradas em 2012.

Os óbitos fetais, também comparados com 2012, abaixaram consideravelmente: 47 contra 18 em 2014, uma queda de 38%. Números relacionados à quantidade de recém-nascidos que são encaminhados para a UTI caiu de 213 para 191, além de também diminuir o número de óbitos na unidade, de 42 para 21. A média de parto normal por mês aumentou de 70 para 91, enquanto a média do parto cirúrgico (cesárea) diminuiu de 85 para 74.

As melhorias registradas são frutos do trabalho realizado na Maternidade Municipal de São Vicente, que é co-gerida pelo Instituto ACQUA (Ação, Cidadania, Qualidade Urbana e Ambiental). Entre as ações, estão o aperfeiçoamento da estrutura da Maternidade, melhora do fluxo, implantação de novos projetos, efetivação da equipe multidisciplinar, contratação de enfermeiras obstetras que atuam diretamente junto às gestantes em trabalho de parto.

Também foi feita a sensibilização da equipe multidisciplinar sobre a importância de se estimular o contato pele-a-pele entre mãe e recém-nascido e a amamentação na primeira hora de nascimento, além da realização do protocolo do primeiro banho do recém nascido, realizado junto ou pelos pais.

A Maternidade Municipal também tem parceria com a equipe multidisciplinar do Programa Melhor em Casa que monitora os casos de maior vulnerabilidade clínica, além da realização de uma análise mensal de satisfação para melhorar seu atendimento.

Entre as metas para este e o próximo ano, está a unificação dos protocolos clínicos e implantação de ações de monitoramento da gestante junto à Atenção Básica

 

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