Sardinha contém mais cálcio que leite e é fonte de ômega 3 para o coração

Quase 30% das mortes em todo o mundo são causadas por doenças cardiovasculares, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). E, no Brasil, quase metade das pessoas que sofrem um infarto morre na primeira hora, antes de chegar ao hospital. Mas, antes que o problema apareça, existe a prevenção.

Peixe (Foto: B. Boissonnet/BSIP/Arquivo AFP)

A sardinha fresca ou em lata é uma ótima fonte de ômega 3 para o coração. Essa gordura boa ajuda o sistema cardiovascular e pode ser encontrada também em peixes de águas profundas, como o salmão.

Uma sardinha em lata contém 368 mg de cálcio e 23 mg de proteína – uma porção de 60 g tem mais cálcio que um copo de leite. Mesmo enlatado,  pescado não inclui conservantes nem alto teor de sódio. Além disso, a sardinha é rica em minerais essenciais, como magnésio, ferro e selênio, que agem contra o câncer.

O depósito de placas de gordura ou inflamação nas artérias começa com fatores de risco como colesterol alto, hipertensão, fumo, estresse, obesidade, diabetes e genética. Quanto maior a inflamação, maiores são o processo de cicatrização, a formação de placas, a rigidez das artérias e o acúmulo de gordura. Assim, também aumentam as chances de um infarto agudo do miocárdio ou de um acidente vascular cerebral (AVC).

Para evitar problemas cardiovasculares, é importante controlar a pressão arterial e o colesterol (aumentar os níveis de HDL e diminuir os de LDL), e evitar o fumo, o estresse e a obesidade.

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