Saiu o resultado de teste de paternidade: Cristiano Araújo não é pai de filho de estudante paulista

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Um exame de Teste de paternidade – DNA – realizado e divulgado nesta terça-feira, 18, no programa “A Tarde É Sua”, da RedeTV, mostrou que um garoto de 13 anos, filho da estudante Sara Nellye Campelo, de Taboão da Serra, em São Paulo, não é filho de Cristiano Araújo.

Sara Nellye veio a público após a morte de Cristiano Araújo alegando que o cantor poderia ser pai de seu filho. Ela postou um vídeo em sua página no Facebook na quinta-feira, 24, avisando que seria feito o exame de DNA junto a família do sertanejo e, também, com os familiares do homem que até então era conhecido como pai do menino.

No vídeo, Sara diz que decidiu falar após ver a avó paterna da criança, dona Noélia, dando entrevista no programa “A Tarde É Sua” da RedeTV!. Ela disse que dona Noélia quase não tinha contato com seu filho e que o menino não nutre carinho por ela, mas que aceitaria fazer um exame de DNA. Sara também afirmou na época que se arrepende de ter revelado que o garoto poderia ser filho de Cristiano, mas que iria até o fim. Procurada pelo EGO, quando a história veio a público, a advogada da família de Cristiano disse que houve apenas um contato com Sara e que ela não voltou a procurá-los para falar sobre o exame de DNA.

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COMO É FEITO O TESTE DE DNA

O DNA é formado por bloquinhos chamados de nucleotídeos, que se repetem em diferentes combinações em uma longa cadeia. Mas até o chimpanzé tem mais de 95% do seu DNA idêntico ao do ser humano. Entre um ser humano e outro, então, a diferença é mínima. Por isso, o exame de dna examina apenas trechos bem específicos, chamados de polimórficos porque variam muito de pessoa para pessoa. Os laboratórios usam kits, padronizados mundialmente, que examinam sempre os mesmos 13 a 19 trechos: é quase impossível que duas pessoas tenham as mesmas repetições em todos eles. “Trabalhamos com uma margem de certeza de 99,99%”, afirma o geneticista Martin Whittlen, do laboratório Genomic, em São Paulo. Basicamente, a comparação do DNA do filho com o do suposto pai confere se há o mesmo número de bloquinhos em cada um desses trechos. Como metade do DNA do filho vem da mãe, é importante analisar também o DNA dela, para evitar confusão.

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O trabalho começa separando o DNA do resto das células, por meio de detergentes e centrifugações. Em seguida, aplicam-se pedaços de DNA sintético, marcados com corante, que se ligam aos trechos a serem examinados. Depois, em um processo chamado eletroforese, os pedaços de DNA são separados por uma corrente elétrica de acordo com seu tamanho. Finalmente, um equipamento a laser faz a leitura dos corantes e produz uma imagem computadorizada que pode ser analisada pelos especialistas.