Contraceptivo injetável: entenda quando optar por ele

Embora a pílula anticoncepcional esteja entre os principais métodos utilizados pelas mulheres para evitar a gravidez, ela não é a única alternativa. O contraceptivo injetável, por exemplo, promete a mesma eficiência e só deve ser utilizado a cada três meses.

Para quem sofre com os esquecimentos e deixa para tomar a dose diária sempre em cima da hora, a opção pode oferecer mais tranquilidade. Tudo depende, claro, das particularidades do seu corpo e de como ele pode receber o medicamento.

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Como funciona o método

A injeção é um método hormonal de contracepção que oferece efeito prolongado e eficácia. Pode ser feita a partir da progesterona ou associação de estrogênios, sendo aplicada geralmente nos glúteos em periodicidade mensal ou trimestral.

A progesterona atua impedindo a ovulação e no espaçamento dos tecidos do colo do útero, para que o espermatozoide não possa chegar às trompas de Falópio, que levam aos ovários.

Ela é liberada gradualmente para dentro do corpo, proporcionando proteção contra a gravidez. Esse hormônio também é capaz de diluir o revestimento do útero, tornando mais difícil que um óvulo fertilizado sobreviva.

Feita a injeção nos primeiros cinco dias do ciclo, a proteção é imediata. Quando feita nos depois disso, é preciso aguardar sete dias para que o efeito seja completo – nesse período é indicado usar preservativos ou outros métodos contraceptivos.