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Maneirar na gordura aumenta chances de sobreviver a um câncer de mama

O câncer de mama é o segundo tipo mais comum da doença entre as mulheres brasileiras — ele só fica atrás do câncer de pele não-melanoma. Com mais de 58 mil casos por ano, ele costuma atingir aquelas que já passaram das cinco décadas de vida. Segundo um novo estudo do Instituto de Pesquisa Biomédica em Los Angeles, nos Estados Unidos, uma simples mudança no cardápio já ajuda a combater essa encrenca.

Os pesquisadores recrutaram mais de 50 mil mulheres com idade entre 50 e 79 anos. Elas tinham exames de mamografia com resultado normal e não apresentavam nenhum nódulo nas mamas. As voluntárias foram divididas em dois grupos: o primeiro cortou 20% da gordura na dieta e foi estimulado a comer mais porções de frutas, verduras e grãos. A segunda turma seguiu com a alimentação a que estava acostumada.

Depois de oito anos, as mulheres que diminuíram a ingestão de comidas gordurosas tiveram uma taxa de sobrevivência ao câncer 4% maior em relação àquelas que não alteraram a alimentação. E os benefícios não pararam por ai: o risco de morrer por alguma complicação cardiovascular também caiu bastante na parcela que racionalizou a quantidade de lipídios no prato.